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É dando voz à apreensão manifestada por vários dirigentes associativos deste distrito que a FAJDP se dirigiu ao IPDJ, num espirito de diálogo, mas também de crítica, que sabemos que será encarada como construtiva.

São múltiplas as referências à falta de informação sobre a evolução, assim como tardia execução, de vários programas na dependência direta do IPDJ – nomeadamente no que se refere ao PAJ.

Mesmo atendendo ao compreensível e necessário período de adaptação resultante de alterações governativas e do orçamento de Estado, o atraso verificado compromete muito seriamente o normal funcionamento das Associações Juvenis para o presente ano.

Note-se, neste âmbito, que qualquer sucesso no cumprimento do plano de atividades por parte de cada uma das associações se deverá ao grande empenho, dedicação e aplicação de dinheiro próprio dos dirigentes associativos.

Podemos atualmente afirmar – agora, que já passou tempo suficiente para uma análise – que a fusão entre o IDP e o IPJ em nada tem beneficiado o Associativismo Juvenil. Desde a fusão entre estas duas estruturas que o movimento associativo juvenil sofre com sucessivos atrasos no pagamento de verbas nos seus variados Programas de apoio às atividades das Associações.

Considera a FAJDP que o Associativismo Juvenil assumiu compromissos sérios dentro das suas áreas geográficas, com o seu público-alvo, em beneficio de uma comunidade.

Esses compromissos contratuais não podem ser secundarizados em relação ao setor desportivo.

Posto isto, as Associações Juvenis têm transmitido à FAJDP que a única solução seria a rápida alteração da postura atual do IPDJ perante o movimento associativo. É missão da FAJDP reforçar e reafirmar esta necessidade junto da estrutura do IPDJ, esperando da parte dos seus dirigentestodo o empenho necessário na resolução rápida desta situação.

Todo o movimento associativo deseja que o futuro da Política de Juventude em Portugal se paute pela interação construtiva entre as estruturas representativas do movimento associativo juvenil e o IPDJ, aprofundando os domínios da cogestão e da construção participada de todas as politicas dirigidas aos/às jovens no nosso país.

A Direção da FAJDP